Noites Libanesas Layali Loubnan

Noites Libanesas
Layali Loubnan

Ingredientes
8 colheres de sopa de açúcar
6 copos de leite
4 colheres de sopa de maisena diluída em 1/2 copo de água
1 colher de café de misk* moída
2 colheres de sopa de farinha de trigo
250 g de manteiga
2 colheres de sopa de água de flor de laranjeira
2 colheres de sopa de água de rosas
1 receita de Achta

Modo de fazer
Misturar bem o açúcar, o leite, a maisena diluída na água, a farinha de trigo e a manteiga e levar ao fogo para ferver mexendo sempre até engrossar. Colocar a água de flor de laranjeiras, a água de rosas e a misk moída. Numa travessa colocar a metade desta mistura. Colocar uma camada de Achta e outra camada da mistura quando esfriar. Enfeitar com pistache quebrado e pistache inteiro. Servir atr para acompanhar. Deixar na geladeira.




Coalhada Com Carne Laban lmmo

Coalhada Com Carne
Laban lmmo

Ingredientes
1 kg de carne de músculo cortada em quadradinhos
10 cebolas bem pequenas
2 litros de coalhada peneirada
1 colher de sopa de hortelã seca* ou quanto achar necessário
2 litros de água
Sal
Temperos

Modo de fazer:
Cozinhar a carne, tirando a espuma e temperar. Em uma outra panela, cozinhar na água da carne as cebolas inteiras. Peneirar a coalhada, colocar a carne e as cebolas, um pouco da água da carne, um pouco de hortelã seca e deixar cozinhar uns 10 minutos em fogo baixo. Servir quente com arroz branco ou arroz com aletria.

 




Coalhada Com Abobrinha Kouça blaban

Coalhada Com Abobrinha
Kouça blaban

Ingredientes
2 kg de abobrinhas
1/2 kg de carne moída
1/2 copo de arroz
Sal
Temperos
1 ovo
2 litros de coalhada
1 colher de sopa de maisena
2 dentes de alho amassados
Hortelã seca*

Modo de fazer
Cortar uma tampa, fazer um furo nas abobrinhas, no sentido longitudinal, e recheá-las com carne, arroz, sal e temperos (não rechear muito), deixando um espaço. Colocar numa panela e deixar cozinhar com dois copos de água. Enquanto isso, numa outra panela, peneirar a coalhada, diluir a maisena na água, misturar com o ovo e adicionar na coalhada, mexendo-a sempre até ferver. Tirar as abobrinhas da água e colocar na coalhada. Colocar então os dentes de alho amassados e hortelã seca. Deixar cozinhar um pouco em fogo baixo. Obs.: Se o caldo estiver grosso, adicionar a água das abobrinhas. Servir quente ou frio.




Frango Com Moghrabié Moghrabié

Frango Com Moghrabié
Moghrabié

Ingredientes
2 frangos
2 litros de água
1 copo de grão-de-bico (deixar de molho na véspera)
1 tablete de caldo de frango
10 a 15 cebolas bem pequenas inteiras ou 3 cebolas grandes cortadas em rodelas
2 copos de moghrabié
Sal
Temperos
Canela em pau
Folha de louro

Modo de fazer
Cozinhar os frangos na água, com sal e os temperos. Quando pronto, desfiar. Coar a metade da água, colocar em uma panela e juntar as cebolas, os pedaços de frango desfiados, o grão-de-bico e deixar cozinhar. Na outra metade da água, juntar o tablete de caldo de frango e, quando começar a ferver, colocar o moghrabié e deixar cozinhar bem (leva muito mais tempo que o arroz). Se for preciso, colocar água pouco a pouco até o moghrabié cozinhar bem. Para servir, colocar o moghrabié em uma travessa com o frango em volta e para acompanhar o molho.




Charutos De Folha De Uva Mehehi Warak Arich

Charutos De Folha De Uva
Mehehi Warak Arich

Ingredientes
1/2 kg de folhas de uva
300 g de carne moída
1/2 copo de arroz
20 dentes de alho inteiros
2 colheres de sopa de manteiga
1/2 kg de contrafilé em tirinhas
Sal
Temperos
Suco de 1 limão
2 dentes de alho amassados

Modo de fazer
Colocar as folhas de uva na água quente por 5 minutos para amolecer. Tirar da água e deixar escorrer. Rechear, então, com a carne moída, o arroz, uma colher de manteiga, o sal e os temperos. Numa panela, colocar as tirinhas de contrafilé já temperadas. Colocar os charutinhos, um junto ao outro e, entre cada camada de charutos, colocar uns 5 dentes de alho inteiros ou mais (a gosto). Por fim, colocar água até cobrir os charutos, colocar manteiga, e cobrir com um prato para segurá-los. Deixar cozinhar em fogo baixo. Finalmente, colocar o suco de limão com os 2 alhos amassados, enfeitar com rodelas de limão, e servir com coalhada ou salada de coalhada com pepino.




Charutos De Repolho Mehchi Warak Malfouf

Charutos De Repolho
Mehchi Warak Malfouf

Ingredientes
1 repolho grande
1/2 kg de carne moída
20 dentes de alho inteiros
1/2 copo de arroz
Manteiga
Sal
Temperos
Suco de 2 limões
1/2 colher de sopa de hortelã seca*
3 dentes de alho amassados

Modo de fazer
Colocar o repolho inteiro na água quente com o sal para as folhas amolecerem. Tirar da água e deixar escorrer. Cortar a parte dura de cada folha e rechear com a carne, o arroz, 1 colher de manteiga, o sal e os temperos. No fundo de uma panela, colocar algumas folhas inteiras de repolho e colocar os charutos juntinhos. Sobre cada camada de charutos, colocar uns 8 dentes de alho. Cobrir os charutos com água, colocar 1 colher de manteiga e sal, e deixar cozinhar. Por fim, colocar o suco de limão misturado com o alho amassado e a hortelã seca. Deixar cozinhar em fogo baixo uns 5 minutos. Servir com coalhada ou salada de coalhada com pepino.




Baba au rhum

Baba au rhum

Essa espécie de bolo embebido em rum, que mais parece um anel, anda sempre bem acompanhado por chantilly, frutas, geléia de damasco ou creme inglês. É saboroso, macio, perfumado e se distingue dos outros por derreter na boca. “Um momento de perfeito prazer. Uma sobremesa que rende homenagem à grande tradição da confeitaria francesa e à sua história”, segundo Alain Ducasse, um dos mais bem sucedidos chefs franceses atuais – com 18 estrelas, no guia Michelin, conquistadas nos 27 restaurantes que tem espalhados pelo mundo.

A receita, como tantas outras, nasceu por acaso. É invenção atribuída a Stanislas Leszczynski (1677-1766), um rei da Polônia que acabou deposto em 1709. Perdeu a coroa, mas ganhou do genro, Luis XV, dois milhões de francos e o grão-ducado de Lorena e Bar, na região da Alsácia-Lorena. Apreciador de teatro, música e literatura, Stanislas transformou Lunéville e Nancy em importantes centros culturais. Gostava também de caçar, cultivar plantas, colecionar porcelanas e escrever livros – como os quatro volumes de “Ouvres du bienfaisant philosophe” (1763). Mas gostava mesmo era da boa mesa. Por ordem sua, os confeiteiros do palácio lhe preparavam diariamente receitas típicas daquela região: büeraweka (pão de frutas), bettelmann (bolo de frutas secas), schnecke (pain aux rasins, no resto da França) ou, mais que todas, kugelhopf (broa com farinha de trigo, açúcar, amêndoas, groselha, manteiga, passas e sal). Segundo uma lenda culinária, por considerar essa kugelhopf muito ressecada, teve a idéia de umedecê-la com vinho de Málaga; e tão bom foi o resultado, que nunca mais quis de outro jeito.

Há duas versões para a origem do nome. Uma sugere decorrer da semelhança com o babka (nas línguas eslavas, “mulher idosa” ou “avó”), sobremesa típica da terra natal do rei deposto; sendo, esse tal de babka, bolo redondo (e fofo), de farinha de centeio, regado com um vinho doce da Hungria (o Tokaji) – tudo como, ainda hoje, é preparado, nas comunidades polonesas de todos os países. A outra versão aposta que seria homenagem a Ali Babá, herói favorito de Stanislas e personagem de “Ali Baba e os Quarenta Ladrões”, nas “Mil e Uma Noites” – coleção de contos populares árabes, indianos e persas, sem autor definido, traduzidos para o francês por Antoine Galland (em 1704).

Seja como for, aos poucos, a receita foi sendo aperfeiçoada. No palácio de Versalhes, pertencente à rainha Marie (filha de Stanislas), o bolo passou a ser regado com calda feita daquele mesmo vinho de Málaga – só que, agora, misturado com açúcar e açafrão. O restante da calda era posta em molheira, junto ao bolo, para que os comensais dela se servissem segundo seus gostos. “Na casa dos descendentes do bondoso rei o serviço das babas vem sempre acompanhado de uma molheira”, segundo Carême (1784-1833) – considerado “o rei dos cozinheiros e o cozinheiro dos reis”. Faltando só lembrar que essa rainha Marie, por conta de seus conhecidos excessos gastronômicos, chegou inclusive a receber extrema unção no dia em que praticou o doce pecado mortal da gula – ao degustar, de uma só vez, muitas dúzias de ostras. E tanto apreciava os bons pratos, dita rainha, que contratou para seus serviços o grande Vicent la Chapelle (1690-1745), antigo cozinheiro de muita gente famosa, inclusive Madame Pompadour – mesmo tendo sido essa madame amante de seu marido, o rei Luis XV. Mas essa é outra história.

Depois Nicolas Stohrer, confeiteiro de Lorena que trabalhou na cozinha do rei Stanislas, deu ao bolo sua receita definitiva: substituindo a massa pesada do kugelhopf, por outra mais leve e menos amanteigada; o vinho de Málaga, por rum; ainda acrescentando frutas e chantilly. A partir daí, recebeu o nome que até hoje tem – baba au rhun. Unindo o agradável ao útil, passou a vendê-lo (em 1730), na sua própria patisserie – rue Montorgueil 51, Paris. O lugar ainda existe com os painéis originais do pintor Paul Baudry (1828-1886), o mesmo que fez o foyer da Ópera de Paris, a Ópera Garnier – com nome em homenagem a Charles Garnier (1825-1898), arquiteto que a projetou.

Por seu sabor muito especial, foi a sobremesa escolhida por Babette (antiga chefe do Café Anglais, um dos mais importantes restaurantes de Paris – de1802 a1913), no banquete por ela preparado em “A Festa de Babette” – Oscar de melhor filme estrangeiro, em 1988. Pena que Hollywood só se preocupe com filmes; que, se o Oscar fosse dado também às sobremesas, esse Baba au Rhum seria candidato certo à estatueta.

RECEITA: BABA AU RHUM

INGREDIENTES:
3 colheres de chá de açúcar
¼ de xícara de água quente
15 g de fermento seco
3 colheres de sopa de leite
60 g de manteiga
125 g de farinha de trigo
2 ovos
3 pitadas de sal

PARA A CALDA:
200 g de açúcar
1 ½ xícara de água
6 colheres de sopa de rum

PREPARO:
– Em recipiente, coloque uma colher de chá de açúcar, água quente, fermento e deixe descansar, em lugar abafado, por 10 minutos.
– Bata a manteiga até ficar cremosa. Aqueça o leite. Coloque a farinha em recipiente e faça um buraco no centro. Nesse buraco coloque ovos, sal, o restante do açúcar e a mistura de fermento. Mistura tudo. Junte a manteiga, mexa de novo e amasse tudo até obter uma massa lisa e elástica.
– Coloque a massa em fôrma de buraco (24 cm), untada com manteiga. Tape com pano e deixe crescer até ao nível da borda da fôrma, por aproximadamente uma hora. Leve ao forno pré aquecido (200º C) por 25 minutos. Quando estiver assado, fure e junte a calda até que fique bem embebido. Leve à geladeira e sirva com creme chantilly.- Prepare a calda: leve ao fogo açúcar e água e deixe ferver. Retire do fogo e junte o rum




Pastéis de nata

Pastéis de nata Pastéis de nata1
Historia dos pastéis de nata

Em 1837, Belém (bairro de Lisboa), os monges do Mosteiro dos Jeronimos tentam fazer subsistir a ordem. Começam então a vender pastéis de nata, afim de ganhar dinheiro, numa pequena pastelaria contígua ao mosteiro.
Naquela época, Lisboa e Belém eram duas cidades distintas ligadas por embarcações a vapor. A presença do Mosteiro e a Torre de Belém atraiam muitos turistas que ficavam admirados pela beleza e bom sabor que estes tinham: pastéis de Belém.
A sua receita foi logo bem guardada. Os chefes pasteleiros são os únicos a conhecer o segredo, e devem prestar juramento de silencio para salvaguardar esta famosa receita gastronómica. Ainda hoje, estes chefes pasteleiros fabricam sempre artisanalmente estes deliciosos pastéis.
No entanto, hoje em dia qualquer café ou pastelaria em Portugal oferece-lhe pastéis de nata, mas a origem vem de Belém, tanto que a casa fundadora guardou a denominação „Pastéis de Belém“.
Mas então, o que são os pastéis de nata ?
Poderia-se dizer, que são talvez uma copia dos pastéis de Belém…
Mas muitos chefes e amadores da boa gastronomia dizem ter encontrado o segredo ou quase… da receita original.
As numerosas pastelarias, cafés en todo o país vendem Pastéis de Nata. Pode-se dizer hoje, que os Pastéis de Nata são um simbolo da nossa cultura Portuguêsa são como uma joia gastronómica do povo português, como o vinho do porto, o cosido à Portuguêsa, o fado…

Ingredientes:
4dl de natas
4dl de leite
250g de açúcar
8 gemas
2 colheres de sopa de fécula de batata
1 casca de limão
1 pau de canela
1 ou 2 massas folhadas

Preparação:
1.Unte 20 forminhas com margarina e polvilhe com farinha. Forre as forminhas com a massa folhada (se aproveitar bem uma massa folhada dá para as 20 forminhas).
2.Num tacho misture as natas, o leite, o açúcar, as gemas, a farinha, a casca de limão, o pau de canela e leve ao lume a engrossar.
3.Deixe arrefecer um pouco.
4.Deite o creme nas forminhas e leve ao forno até ficarem douradinhas.
5.Deixe arrefecer e depois sirva.

 




Origem das Queijadas de Sintra

Queijadas de Sintra Queijadas de Sintra1

 

Já se encontram referências às Queijadas de Sintra, como fazendo parte de pagamento de foros, no ano de 1227 (Século XIII), quando reinava D. Sancho II, o Capelo (podem-se consultar documentos arquivados na Torre do Tombo que o atestam).
Quanto ao local de origem das queijadas parece ter sido o lugar de Ranholas, freguesia de S. Pedro de Penaferrim, do concelho de Sintra. Em 11 de Maio de 1935, na extinta Assembleia de Sintra, que funcionou na Casa Valmor, na Vila Velha, proferiu uma conferência subordinada ao tema «Manteiga de Sintra», o regente agrícola, publicista e investigador Tude Martins de Sousa, e nela pode ler-se o seguinte:
Efectivamente e referindo-me apenas ao concelho de Sintra, e é o que por agora nos interessa, aparece em 1377, no reinado de D. Fernando I, há 558 anos, arrendado o Casal de Mastroncas (deve ser Mastrontas) em Sintra, do Mosteiro de S. Vicente de Fora, por três moios de pão meado (metade de trigo e metade de centeio), um carneiro e duas dúzias de queijadas.Em 1479 (tempos de D. Afonso V) o foro referente ao Casal dos Tostões, do Convento de Canto Eloi, era de doze bolos, doze queijadas, doze ovos e um púcaro de manteiga.O Casal do Rebolo, em Almargem do Bispo, foi aforado em 1481 por cem alqueires de trigo e noventa de cevada, um porco de dois anos e uma dúzia de queixadas, na véspera da Santíssima Trindade. [Este já era dos princípios do reinado de D. João II, pois D. Afonso V já tinha morrido em Sintra em 28 de Agosto de 1481.] O Casal dos Sete Sizos, em Rio de Mouro, foi aforado em 1490 (reinava o mesmo monarca) por, além de um pão meado, um cabrito, bolos e uma dúzia de queijadas….
Até agora, ainda ninguém identificou qualquer fabricante de queijadas em relação àquelas épocas distantes, nem sequer as terras onde se fabricavam. No entanto, o princípio da sua industrialização, segundo nos diz Alfredo Pinto (Sacavém), falecido em 24 de Janeiro de 1945, começou com uma Maria Sapa, de Ranholas, em 1756, em cuja casa, no dito lugar, conseguia reunir os mais autênticos fidalgos que estavam em Sintra.“

Ingredientes
Massa quebrada:
Farinha: 300 g
Manteiga: 130 g
Água: 3 colheres
Açúcar: q.b.
Sal: q.b.

Creme:
Açúcar: 300 g
Ovo: 4
Farinha com fermento: 60 g
Queijo fresco: 2 de 200 g
Canela: 3 colheres chá
Farinha: 60 g

Preparação
Misture com as mãos a farinha e a manteiga, o açúcar e o sal. Misture tudo bem e junte a água pouco a pouco até formar uma massa uniforme. Deixe descansar por 30 minutos no frio. Numa tigela misturar o açúcar com as gemas, depois a farinha e os queijos desfeitos com um garfo. Por fim a canela. Forre uma forma redonda com papel vegetal e depois com a massa quebrada. Pique a massa com um garfo e leve a tarte ao forno pré-aquecido a 220ºC, durante 10 minutos. Retire-a do forno e coloque o recheio e deixe estar mais 30 minutos no forno.




Chancliche

ChanclicheChancliche1

É um queijo Árabe feito com leite de vaca ou ovelha, original da Síria e do Líbano. É preparado em bolas de aproximadamente 6 centímetros de diâmetro e normalmente envolvidas em zaatar – um preparado de várias ervas, feito principalmente de tomilho, e que é popular na região – e depois deixado para secar. O chancliche também é vendido em bolas de tamanho menor ou, por vezes, sem qualquer forma.

A textura e o sabor do chancliche variam de acordo com a região, a idade e os temperos utilizados. Quando fresco, possui uma textura e sabor mais suaves. Após a maturação, tende a tornar-se mais forte e duro.

Para fazer queijos mais apimentados, deve-se adicionar pimenta à massa do laticínio antes de eles serem formados em bolas. O chancliche apimentado é normalmente coberto em pimenta em pó, uma prática especialmente comum na Síria, o que faz as bolas de queijo ficarem vermelhas, ao invés de sua mais tradicional cor verde. O chancliche da região costeira da Síria, próxima ao Tartous, e do norte libanês adjacente, em Akkar, é considerado particularmente saboroso; ele tende a ser mais duro, com um sabor limpo e forte, assim como sua cor branca.

O chancliche é normalmente comido amassado, misturado a tomate e cebola picados finos e azeite de oliva; também é comum acompanhá-lo com araq, a aguardente árabe. É um tira-gosto comum tanto no Líbano como na Síria. Ele também pode ser preparado com ovos cozidos amassados e servido no pão sírio junto com pepinos, menta e azeite de oliva. Este prato é geralmente servido no café da manhã.

Ingredientes
150g de ricota
1 talo de cebolinha verde bem picado
3 filés de anchova
2 colheres de sopa de salsa seca
3 nozes picadas
½ tomate picado
2 colheres de sopa de azeite
1 ramo pequeno de tomilho picado

Modo de Preparo
Lave os filés de anchovas e seque bem com papel-toalha. Pique-os em pedaços miúdos. Desmanche a ricota com o auxílio de um garfo. Misture todos os ingredientes e mantenha na geladeira até a hora de servir